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BARNYARD: COMO A NOSTALGIA ME REAPRESENTOU UM DOS JOGOS MAIS DIVERTIDOS QUE EXISTEM
Não existia sensação melhor do que chegar em casa depois de um longo dia de “muito aprendizado” no Fundamental I, largar a mochila em qualquer canto e correr para a televisão. Nessa época eu só ligava o PlayStation 2 e mergulhava por duas horas em jogos baseados nos desenhos que eu acompanhava, até chegar a hora da lição de casa. Não sei se essa foi uma experiência universal, mas, para mim, a vida começava quando eu chegava da escola e ia direto para a frente da TV. Os jogos

Iara Vilela
23 de fev.4 min de leitura


NO, I'M NOT A HUMAN: A UNIÃO É ESSENCIAL PARA SOBREVIVER AO FASCISMO
Review de No I'm Not a Human, jogo de terror psicológico em primeira pessoa que tem um desenvolvimento político curioso | Imagem: Arquivo Pessoal.

Max Fernandes
24 de nov. de 20258 min de leitura
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